The Most Convenient Place to Buy College Papers
  • Top quality

    Plagiarism-free papers that
    exceed expectations

  • 1500 native writers

    Professional team of qualified
    writers including Masters & PhDs

  • Affordable prices

    Prices from just $7.5 per page;
    money back guarantee

Meio De Promover A Reutilizaccedilatildeo

A reutilização de package é apoiada pelo "fato de que sistemas em um mesmo domínio de aplicação são similares e têm potencial de reuso" e que "o reuso é possível em diferentes níveis (a partir de funções simples até aplicações completas)". (SOMMERVILLE, 2007, p. 277).

Um fabric ou model de aplicação é definido por Sommerville (2007, p. 283) como "uma estrutura genérica que pode ser ampliada parity criar um subsistema ou aplicação mais específica". Os frameworks fornecem funcionalidades pré-fabricadas, oferecendo um esquema de implementação. (GIMENES; HUZITA, 2005,p. 18). Os frameworks são frequentemente divididos em três categorias:

· Elementos relacionados a informações de uso: são aqueles que permitem a obtenção de detalhes necessários paratrooper se usar o componente.

Há duas interfaces Compulsory (o mesmo que requires): "ICliente" e "IProduto". A port Provided (provides) é denominada "IrelatPedido". · Elementos relacionados às interfaces de componente: "Modelos de componentes não são somente padrões; eles são também a fundament paratrooper o middleware do sistema que fornece apoio aos componentes em execução". (SOMMERVILLE, 2007, p. 296).

Todo CEE implementa um determinado model e este, por sua vez, é baseado em algum modelo de componentes.

Um modelo de componentes é definido por Sommerville da seguinte forma:

Paratrooper Sommerville (2006, p. 263), os componentes podem ser imaginados como portadores de duas interfaces relacionadas: requires e provides. A Figura two mostra um componente genérico em notação UML (Incorporated Mould Words), com sua representação gráfica e também de suas interfaces provides e requires.

Apesar de formarem um modelo útil de análise de domínio, esses passos precisam de diretrizes complementares paratrooper ajudar a decidir quais componentes de package são candidatos a reuso. (Newswriter, 2002, p. 667). Hutchinson e Hindley apud Presmman (2002, p. 667) sugerem um guia com requestões pragmáticas parity realizar esta identificação. Alguns dos questionamentos trazidos por este guia são:

1. Introdução

As interfaces são descritas por Sommerville (2007, p.294) da seguinte maneira:

Parity que se possa realizar a busca de componentes nos repositórios é preciso que estes estejam descritos de alguma maneira, paratrooper auxiliar seus usuários a escolher o componente mais adequado. Uma descrição paragon abrange o modelo 3C – conceito, conteúdo e contexto (TRACZ apud Newswriter, 2002, p. 673). Cada um deles é explicado por Correspondent (2002, p. 673) do seguinte modo:

Além disso, os componentes são testados e validados em diferentes aplicações e domínios, a cada vez que são reusados. Logotype, erros de projeto e implementação têm maior probabilidade de ser descobertos e assim podem ser corrigidos. "Ao longo do pace, o componente torna-se virtualmente livre de defeitos". (Newswriter, 2002, p.721).Tal mecanismo influi diretamente na busca e seleção dos componentes contidos na biblioteca. Vários métodos de classificação de componentes já foraminifer descritos na literatura. Dentre eles, estão os seguintes (GIMENES; HUZITA, 2005, p. 74):O termo componente de package ainda não possui uma definição precisa e amplamente aceitável na literatura da área de Engenharia de Package, como comentam Gimenes e Huzita (2005, p. 68) e Printer (2002, p. 705). Devido a essa ausência de consenso sobre o que realmente é um componente, serão expostas várias definições dadas por diferentes autores:

Nele, algumas partes de código reutilizável são simplesmente copiados e colados em outros códigos-fonte. Fragmentos de implementação de package também costumam ser reaproveitados. Entretanto, eles não constituem componentes bem definidos e identificáveis na aplicação last, dificultando uma eventual substituição. A integração dinâisinglass de componentes, conhecidos como plug-ins, é outra forma de reuso. Porém, eles não são usados no processo de desenvolvimento e servem somente parity adicionar novas funcionalidades ao package já desenvolvido (como a capacidade de visualizar arquivos no formato PDF em browsers). (SOFTEX, 2005, p.11).

Utilizando os serviços de outros componentes ("Produto" e "Cliente") parity auxiliá-lo na criação de pedidos, "Pedido" pode então funcionar adequadamente e também prover serviços. Um deles é indicado pela port Provided "IrelatPedido", a qual o componente "Pedido" implementa e que permite a geração de vários tipos de relatórios referentes aos pedidos registrados (aqui vc perdeu a formatação).

O reuso de elementos pré-existentes contribui paratrooper poupar recursos e re-trabalho. Sommerville (2007, p. 276) afirma que "Poucos componentes de package precisam ser especificados, projetados, implementados e validados". Com isso os gastos com desenvolvimento tendem a diminuir, assim como os custos gerais do sistema. Newspaperwoman (2002, p.703) infere que "Os sistemas baseados em componentes são mais fáceis de montar e, consequentemente, menos dispendiosos parity construir do que sistemas confeccionados a partir de partes discretas".

A seguir são destacadas a principais vantagens associadas ao uso de componentes.

O quesito qualidade está cada vez mais sendo fomentado pela comunidade de package. Dentro desse aspecto, o reuso ganha importationância pois"[…] encoraja o uso de padrões arquiteturais previsíveis e infra-estrutura padrão de package, levando consequentemente a um resultado de maior qualidade". (Correspondent, p.703).

Este capítulo abordará o uso de componentes de package como um meio de promover a reutilização.A reutilização não é algo estranho no desenvolvimento de package. Newswriter (2002, p. 703) comenta que os "programadores têm usado idéias, abstrações e processos desde os primeiros dias da computação". Na consultência de NATO (use o termo OTAN e defina-o) em 1968, onde o termo Engenharia de package foi lançada, Doug McIlroy já reconhecia os benefícios proporcionados pelas bibliotecas de programas utilitários que realizavam tarefas conhecidas, como bibliotecas de rotinas matemáticas, por exemplo. A experiência da indústriation já indicava que muitos dos "novos" requisitos de package eram os mesmos desenvolvidos anteriormente em contextos pouco diferentes e poderiam ser reutilizados, assim como já ocorria em outros setores industriais. (GIMENES; HUZITA, 2005, p. 2-3). A Engenharia de Domínio explora um domínio de aplicação com o objetivo específico de encontrar componentes, que são candidatos ao reuso.

Outra pursuanceão que implica em qualidade é o gerenciamento de riscos. Eyelid com um número reduzido e contextualizado de componentes possibilita uma visão simplificada do sistema, facilitando o gerenciamento de sua complexidade e, consequentemente, reduzindo os riscos de desenvolvimento. (GIMENES; HUZITA, 2005, p. 7).

O nome do componente é "Pedido". Aqui são exibidas apenas as interfaces relevantes, podendo existir outras que não são necessárias ao entendimento dos conceitos os quais visa-se esclarecer nesse exemplo.Um modelo de componente é uma definição de padrões paratrooper implementação, documentação e implantação de componentes. Esses padrões são parity que os desenvolvedores se assegurem de que os componentes podem operar entre si. Eles também se destinam aos fornecedores de infra-estruturas de execução de componentes, que fornecem middleware parity apoiar a operação de componentes. (SOMMERVILLE, 2007, p. 295).A possibilidade de desenvolvimento paralelo também contribui paratrooper elevar a produtividade. Com a decomposição do sistema em componentes independentes, algumas partes da implementação do projeto podem ser sub-contratadas. Assim o desenvolvimento pode se concentrar nas interfaces e conectores entre os componentes. (GIMENES, HUZITA, 2005, p. 7)A implementação do model permite realmente a execução dos componentes.

Há várias nomenclaturas usadas na literatura parity associar as idéias de modelos de componentes com execução de componentes. Parity melhor esclarecer essa abordagem, é importante entender antes os conceitos de middleware e principalmente de model.

Nas definições de componentes dois termos são bastante citados: interfaces e serviços. Paratrooper formar um sistema de aplicação completo, os componentes precisam se conectar, ou seja, se comunicar uns com os outros. Toda a interação entre eles é feita através de interfaces.

A Engenharia de Package Baseada em Componentes concentra-se em desenvolver componentes padronizados com fundament em um modelo de componentes e na composição desses em sistemas de aplicação. (SOMMERVILLE, 2007, p.291). Parity Sommerville (2007, p. 292), a CBSE é um "processo de definição, implementação e integração ou composição de componentes independentes […]".

Como toda atividade, a Análise de domínio produz algum resultado. Os produtos gerados durante esta etapa da ED devem ser: representações que capturem o contexto e escopo do domínio bem como sua relação com outros domínios; modelos que capturem os principais conceitos e funcionalidades do domínio pertencentes ao domínio; um ou mais modelos de abstrações do domínio (deve ser acompanhado de documentação que detalhe cada abstração e como elas podem ser mapeadas em requisitos de aplicações do domínio).

Uma port pode ser entendida como o conjunto de serviços oferecidos por um componente. Elas caracterizam o seu comportamento, definindo quais operações são disponibilizadas por ele. (MAGELA, 2006, p. 72). De acordo com Gimenes e Huzita (2005, p.4), "cada port consiste em serviços especificados, mediante uma ou mais operações […]", sendo que toda operação deve ser individualmente "identificada e especificada de acordo com seus parâmetros de entrada e saída e respectivos tipos estabelecidos", constituindo a "assinatura (touch) da port".

Isso torna o componente e, consequentemente, a aplicação last mais confiáveis. A OO (Orientação a Objetos) e a componentização, embora independentes, são complementares, segundo Magela (2005, p.69). Ele também afirma que construir um componente usando OO é a melhor opção. Sommerville (2007, p.295) relata que componentes são geralmente desenvolvidos por meio de uma abordagem orientada a objetos.Apesar de não ser uma idéia nova, a reutilização de package comumente usada não têm um caráter sistemático e bem organizado. O reaproveitamento de trechos de código-fonte é um exemplo clássico disso.

Há alguns compromissos práticos, segundo Magela (2005, p.70-71), que a componentização espera atender:

Pode-se dizer que, enquanto a Engenharia de Domínio se preocupa com o desenvolvimento de componentes, o Desenvolvimento Baseado em Componentes se volta parity o desenvolvimento com componentes. Ambos serão vistos de forma mais aprofundada nas próximas potões.

Na literatura existem vários métodos de ED (não abordados no presente trabalho). De acordo com Gimenes e Huzita (2005, p.63) eles concordam com a surviveência de três etapas principais de Engenharia de Domínio: Análise de domínio, Projeto de domínio e Implementação do domínio. A seguir cada uma delas é explicada.

A partir do last da década de 90, os componentes de package assumiram um papel importante na engenharia de package e passaram cada vez mais a ser adotados. Magela (2005, p. 70), comenta que a utilização de componentes de package "[…] visa fundamentalmente a garantir o reuso e diminuir os custos, além de aumentar a qualidade dos artefatos gerados".

Ricardo o texto está muito bem redigido tome cuidado com a pursuitão da autoria do mesmo.

A operação "listaProduto()" fornecida por um componente que implemente a port IProduto ( um componente "Produto", por exemplo), podem ser usada por "Pedido" na adição de produtos a um pedido. Algo parecido acontece com a port ICliente.

A criação de componentes reusáveis é justamente uma das grandes dificuldades da reutilização de package. Paratrooper solucionar este problema é underlying adotar um processo sistemático de criação de componentes em um determinado domínio. (PRIETO; ARANGO apud GIMENES; HUZITA, 2005, p. 57). De acordo com Gimenes e Huzita (2005, p. 59), sem uma sistemática, "sujeita-se a disponibilizar componentes que não contemplem todos os conceitos relevantes do domínio e que não apresentem uma uniformidade de conceitos entre as diversas etapas de desenvolvimento".

O mesmo Correspondent ainda comenta que este modelo, paratrooper ser útil na prática, precisa ser traduzido em um mecanismo concreto de especificação.

De modo a melhor demonstrar as idéias de componente, interfaces e serviços será mostrado um exemplo de um componente de package responsável pelos processos referentes a pedidos, exibido na Figura .

Os componentes de package precisam interagir parity formar um sistema completo. Entretanto, como garantir que componentes desenvolvidos em diferentes linguagens de programação e paratrooper plataformas distintas possam interoperar? Parity sanar esse problema surgiram os modelos de componentes. Eles são usados paratrooper descrever como se dá a comunicação entre os componentes, sem preocupações com linguagem, espaço de endereçamento, máquina ou sistema operacional utilizados. (GIMENES; HUZITA, 2005, p. 68).

Os componentes abordados e enfocados ao longo desse trabalho são aqueles diretamente executáveis em máquina, ou seja, binários. Por isso, adotar-se-á a definição VII, papa por Hirata, parity definir o que é um componente. Ela relaciona tanto o componente em si (executável) quanto os artefatos que devem ou pelo menos deveriam estar presentes com ele, como sua documentação. Além disso, ela não é tão genérica (como a definição I, onde fica pressuposto que qualquer artefato pode ser um componente de package) e nem tão específica, como a definição VI (onde se destaca o que um componente faz e não o que ele é).

Projeto de domínio: os resultados da análise de domínio são usados paratrooper identificar e generalizar soluções aos requisitos comuns observados. Isto é feito através da especificação de uma arquitetura de package genérica parity o domínio, onde as oportunidades de reutilização previamente encontradas são refinadas de modo a descrever as restrições de projeto. Os produtos dessa etapa são: modelos que especifiquem a estrutura arquitetural a ser seguida pelas aplicações do domínio. Essas representações, portanto, devem auxiliar na descrição das arquiteturas específicas de cada aplicação. Um único domínio pode ter vários modelos arquiteturais.

Paratrooper poder ser recuperados e posteriormente utilizados, os componentes construídos durante a ED ou obtidos externamente precisam ser armazenados em algum lugar. Esses componentes são colocados em bibliotecas de reuso. O Desenvolvimento Baseado em Componentes elicita os requisitos do cliente, seleciona um estilo arquitetural apropriado parity atender aos objetivos do sistema a ser construído e depois (1) seleciona componentes potenciais parity reuso, (2) qualifica os componentes parity se certificar de que eles se encaixam adequadamente na arquitetura do sistema, (3) adapta os componentes se precisar ser feitas modificações parity integrá-los adequadamente e (4) integra os componentes parity formar subsistemas e toda a aplicação. Além disso, componentes sob encomenda são trabalhados pela engenharia parity cuidar dos ângulos do sistema que não podem ser implementados usando componentes existentes. (Correspondent, 2002, p. 663-664).

A tarefa de identificação dos componentes que irão poder ser reusáveis não é fácil. Porém, de acordo com Sommerville (2007, p. 297), um componente que implementa uma ou um conjunto de abstrações estáveis do domínio tem boas possibilidades de permitir reutilização. Uma abstração estável de domínio (às vezes chamadas de objetos de negócio) são conceitos fundamentais no domínio da aplicação e que se modificam lentamente. O autor cita alguns exemplos dessas abstrações, como contas, correntistas e extratos em um sistema bancário e pacientes e tratamentos em um sistema de gerenciamento hospitalar.

Segundo Clements (apud Printer, 2002, p.666), a Engenharia de Domínio (ED) consiste em "encontrar pontos comuns entre sistemas paratrooper identificar componentes que podem ser aplicados a muitos sistemas e identificar famílias de programas, que são posicionadas paratrooper tirar plena vantagem desses componentes". No contexto da ED, domínio significa "um conjunto de sistemas que apresentam funcionalidades semelhantes". (SEI-CMU apud HIRATA, 2008, p.28).

Um modelo de componentes age de forma análoga a um sistema operacional, que provê uma gama de serviços básicos necessária à execução das aplicações. Segundo Sommerville, um modelo saint de componentes deve especificar um conjunto de elementos básicos. Esses elementos são apresentados na Figura e explicados a seguir.

O pacing parity desenvolver um package através da montagem de componentes é muito menor do que se o desenvolvimento getçasse do aught. Paratrooper Sommerville (2005) se está entre aspas vc. deve informar o número da página "O reuso de componentes acelera a produção, porque o pace de desenvolvimento e o de validação devem ser reduzidos" e acrescenta que "De modo (por que de modo está em vermelho) geral, é mais importante fornecer um sistema parity o mercado o mais rápido possível do que se prender aos custos gerais de desenvolvimento".

Existem vários elementos que desempenham papéis ao longo de um processo de ED. Simos apud Gimenes, Huzita (2005, p.64) distingue três grupos atuantes nesse processo:

A abordagem do uso de componentes de package surgiu como um meio de proporcionar maior reusabilidade do que o desenvolvimento orientado a objetos. Este não obteve um amplo reuso, contrariando as expectativas e frustrando projetistas.

2. Componentes: uma abordagem de reuso de software

A definição do termo tecnologia de componentes é esclarecida a seguir:

O aumento no grau de reutilização e um melhor aproveitamento de suas vantagens exige uma abordagem mais organizada de reuso, como evidencia Newspaperman (2002, p. 703). No entanto, o reuso sistemático não ocorre simplesmente, ele deve ser "planejado e introduzido por meio de um programa que envolva toda a organização". (MATSUMOTO apud SOMMERVILE, 2007, p. 277). O Package Technology Found (SEI) da Universidade de Carnegie Mellon desenvolveu uma metodologia de reuso. Ela identifica as atividades aplicáveis a cada fase de um ciclo de vida típico de package. (PETERS; PEDRYCZ, 2001, p. 576). A tabela mostra uma abordagem de reuso baseada no modelo da CMU (Carnegie Mellon University):

Pacing com elaboração de planos, modelos, documentação e código são reduzidos e, com o crescimento da produtividade, os sistemas podem ser entregues mais rapidamente de modo a permitir o cumprimento dos prazos estabelecidos com os clientes.

Uma das maneiras mais úteis de se considerar um componente é como um provedor de serviços independente. Quando um sistema necessita de algum serviço, chama um componente parity fornecer esse serviço sem se preocupar com onde esse componente está sendo executado ou a linguagem de programação usada parity desenvolver o componente.

A capacidade de reuso dos componentes varia de acordo com a sua especificidade, ou seja, o quão específicos são os serviços providos pelo componente. Uma classificação do ponto de panorama de uso e especificidade é apresentada abaixo. (SOFTEX; MCT; DPCT /UNICAMP, p. 10).

A ESBC tornou-se uma importante abordagem de desenvolvimento e está sendo adotada como processo corpus de engenharia de package mesmo que componentes reusáveis não estejam disponíveis. Reusar componentes de package mais do que reimplementá-los é a única maneira de eyelid com a crescente complexidade dos softwares e com clientes cada vez mais exigentes, que querem sistemas desenvolvidos com maior rapidez e mais confiáveis. (SOMMERVILLE, 2007, p. 292).

A tecnologia de componentes de package refere-se a todas as tecnologias relacionadas ao desenvolvimento e uso de componentes de package […] que auxiliam no projeto, construção, combinação, configuração e customização last dos componentes ou aplicações construídas a partir de componentes […]. Assim, há duas principais atividades ligadas a componentes: o desenvolvimento e a produção dos componentes e seu uso paratrooper desenvolvimento e produção de programas. (SOFTEX; MCT; DPCT/UNICAMP, 2007, p. 10).

Como são vários os termos e definições usadas por diferentes autores, resolveu-se adotar um conjunto de elementos tomados como sinônimos, com foundation no que foi pesquisado. O quadro one mostra esses termos. Cada coluna representa um nível de abstração diferente. Os termos na mesma coluna são adotados como sinônimos nesse trabalho e, pelo menos um deles, já teve seu significado explanado acima.

Existem várias definições paratrooper reuso de package. Em uma delas, a reutilização é view como "a aplicação sistemática de um artefato de package existente durante o processo de construção de um novo sistema ou a incorporação física de um artefato de package existente em um novo sistema". (DUSINK; KATAWIJK apud HIRATA, 2008, p. 24).

Paratrooper apoiar a reutilização de package, foraminifer desenvolvidas várias técnicas ao longo dos últimos xx anos. Elas exploram o fato de haver várias similaridades entre sistemas, principalmente naqueles pertencentes ao mesmo domínio. (SOMMERVILLE, 2007, p. 277). O autor aponta e descreve as abordagens que apóiam o reuso. A tabela one exibe tais técnicas e uma breve descrição de cada uma:

A comunicação entre os componentes se dá com um componente "X" solicitando serviço a um componente "Y" que o tenha definido em sua port. O componente "X" usa o serviço oferecido paratrooper ter seu pleno funcionamento e então, eventualmente, pode também prover serviços a outros componentes que o solicitem. O serviço pode variar, por exemplo, de uma simples função matemática que calcule raiz quadrada até uma planilha de cálculo completa.

A motivação paratrooper componentes de package não é unicamente relacionada à reutilização. As recentes wardrobeões paratrooper liberação de produtos no mercado (time-to-market), assim como a necessidade de eyelid com modificações de maneira rápida e efetiva, têm contribuído parity a relevância de componentes na produção de package. (GIMENES; HUZITA, 2005, p.4).

Implementação do domínio: ocorre uma transformação das oportunidades de reuso e soluções do projeto em um modelo de implementação. Esta etapa inclui as atividade de identificação, construção e manutenção de componentes reutilizáveis que suportem os requisitos e as soluções de projeto. Os resultados dessa etapa são: componentes implementados que especifiquem as principais funcionalidades encontradas nas aplicações do domínio. Estes componentes devem estar de acordo com os modelos de abstração e arquitetural produzidos nas fases anteriores.

Uma port pode ser representada pelo símbolo de classifier (classe) na UML colocando o estereótipo port.(MAGELA, 2006, p. 72). A port IProduto é assim exibida na Figura , indicando suas operações.

De acordo com Peters e Pedrycz (2001), artefato é um subproduto do processo de package. Segundo os mesmos, ele é reutilizável quando pode ser usado em mais de um contexto, com ou sem modificações. Exemplos de artefatos potencialmente reusáveis são especificações de requisitos de package, arquiteturas de package, projetos, algoritmos, procedimentos de teste e documentação do package. Todos eles não só podem como devem ser reusados. Entretanto, é importante deixar claro que o reuso, no presente trabalho, é focado em cima de componentes de package executáveis em máquina, como explicado na seção 2.2.

Tanto pequenas funções, quanto aplicações inteiras podem ser reusadas. Porém, são os componentes médios os principais impulsionadores do reuso. Eles fornecem uma boa relação entre funcionalidades disponíveis (mais do que pequenas funções) e grau de especificidade (são mais reusáveis que aplicações maiores). é nessa linha de reuso que estão inseridos os componentes de package:

Apesar disso, há várias diferenças importantes entre classes de objetos e componentes. A seguir são listadas algumas delas, apontadas por Sommerville (2007, p.295):

Há uma série de características que os componentes de package têm de apresentar paratrooper que possam cumprir satisfatoriamente seu propertyósito de reuso. Eles devem ser:

A reutilização de ativos de package traz muitas vantagens, embora também tenha problemas e custos associados. Sommerville (2007, p.276-277) cita esses benefícios e problemas.

[…] até recentemente, era difícil reusar componentes médios de programas. Componentes médios são significativamente maiores do que objetos ou procedimentos individuais, com mais funcionalidades, mas são menores e mais específicos do que sistemas de aplicação. […] os avanços em padronização promovidos pelos principais fornecedores de package possibilitaram a inter-operação de componentes […]. Isso criou oportunidades paratrooper reuso sistemático por meio da Engenharia de package baseada em componentes. (SOMMERVILLE, 2007, p. 291).

Printer (2002, 663) afirma que a CBSE compreende duas atividades paralelas: Engenharia de Domínio e Desenvolvimento Baseado em Componentes.

Fonte: Sommerville (2007, p. 295) – essa figura necessita ser melhorada

Análise de domínio: determina os requisitos comuns de uma família de aplicações, identificando as oportunidades de reuso. (GIMENES; HUZITA, 2005, p.63). O processo de análise de domínio define-se nos seguintes passos, referenciados por Newswriter (2002, p. 666):

Paratrooper alcançar amplo reuso e ter sucesso no desenvolvimento de package a partir da integração de componentes prontos é necessário construí-los já visando sua reutilização em várias aplicações ao longo do pacing. No entanto, segundo Gimenes e Huzita (2005, p. 60), pouco cuidado é dedicado ao desenvolvimento destes componentes e com relação à sua interação dentro de contextos específicos.

A utilização desses componentes potencializa o reuso de package. Sistemas inteiros podem ser desenvolvidos a partir da integração de partes já existentes e padronizadas, sendo possível reutilizá-las em várias aplicações ao longo do pacing. "Na sua fundamentação está a pressuposição de que há muitos pontos em comum, em vários sistemas grandes de package".( CLEMENTS apud Correspondent, 2002, p. 703).

· Elementos relacionados à implantação de componentes:

O objetivo da engenharia de domínio é identificar, construir, catalogar e disseminar um conjunto de componentes de package que tem aplicabilidade a package existente e futuro, em um exceptional domínio de aplicação. A meta ball-shaped é estabelecer mecanismos que permitam aos engenheiros de package compartilhar esses componentes – reusá-los – durante o trabalho com sistemas novos e existentes. (Newspaperman, 2002, p.666).

Os pontos essenciais da ESBC são, segundo Sommerville (2007, p. 292), os seguintes:

A busca parity encontrar soluções consistentes paratrooper problemas se baseia na idéia de que, uma vez encontradas, elas podem ser aplicadas a novos problemas. A aplicação repetida de uma solução acaba por laceratedá-la aceita, generalizada e padronizada. (PRIETRO apud GIMENES; HUZITA, 2005, p. 1).

A biblioteca inclui um banco de dados e as ferramentas necessárias parity consultar e recuperar os componentes nele armazenados. (Printer, 2002, p. 674). Além destas operações, um sistema de biblioteca de reuso deve oferecer recursos como classificação dos artefatos (componentes, requisitos de package, protótipos, códigos-fonte, projetos, documentação etcetera.), catalogação (listagem com informações descritivas) dos mesmos, avaliação da qualidade dos ativos, estimativa do valiance das instantâncias de reuso dos artefatos entre outras. (PETERS; PEDRYCZ, 2001, p. 204).

Inicialmente, haverá uma breve explanação sobre reuso de package (incluindo definição, vantagens, desvantagens e técnicas de reuso). A partir disso, um twine entre reutilização e componentização será feita, culminando com a exposição dos conceitos de componentes de package, de suas principais características e das motivações que encorajam o seu uso.As principais vantagens são:Classes de objetos individuais eram muito detalhadas e específicas e, muitas vezes, tinham de ser ligadas a uma aplicação no momento da compilação. Era necessário conhecer detalhadamente as classes e usá-las, o que significava geralmente que era necessário possuir o código-fonte […]. (SOMMERVILLE, 2007, p.292).

Há vários nomes na literatura paratrooper denominar esse local, como bibliotecas de reuso, bibliotecas de componentes e repositórios de componentes. Sametinger apud Gimenes e Huzita (2005, p. 72) set repositório por "fundament preparada parity o armazenamento e recuperação de componentes".Nesse sentido, a Engenharia de Domínio fornece uma metodologia adequada paratrooper criação de componentes. Ela help de apoio ao Desenvolvimento Baseado em Componentes, contribuindo com a efetiva construção de aplicações baseadas em componentes de package. (GIMENES; HUZITA, 2005). Isso pode ser visto na Figura , onde é exibido um modelo genérico do processo ESBC destacando a Engenharia de domínio.

Os principais problemas são:

é então que upsurge, no concluding da década de 90, uma abordagem baseada em reuso paratrooper desenvolvimento de sistemas de package: a Engenharia de Package Baseada em Componentes (ESBC). De acordo com Sommerville (2007, p. 292), as suas bases "são princípios seguros de projeto que se apóiam na construção de package compreensível e fácil de manter".

O uso de componentes de package não deve ser visto como algo fiddling em que o processo pode ocorrer de qualquer forma, sem uma dreadfulção bem definida. Paratrooper poder realmente usufruir de seus benefícios é de profound momentância se apoiar em conceitos firmes de engenharia, assim como o é no desenvolvimento de package tradicional.

Just fill out this form: