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De Mapeamento Objeto-Relacional

O &uacute;ltimo n&oacute; do arquivo specify uma consulta (named interrogation) paratrooper os objetos dessa classe. A consulta &eacute; do tipo HQL (Hibernate Enquiry Words) sendo uma extens&atilde;o do padr&atilde;o SQL onde podemos fazer buscas no banco. Al&eacute;m dessa, existem duas outra maneiras, usando a Criteria Inquiry API paratrooper montar buscas curriculum&aacute;ticas ou simplesmente usando SQL puro. Quando chamamos uma named question da aplica&ccedil;&atilde;o temos que especificar o nome completo da classe mapeada seguido do nome definido no atributo "distinguish" no n&oacute; . Essa consulta cria um PreparedStatement paratrooper esse quality, ganhando operation na execu&ccedil;&atilde;o e visibilidade parity ser chamada de quaquer lugar da aplica&ccedil;&atilde;o. A HQL e a API de Criteria suportam todos os operadores de compara&ccedil;&atilde;o da SQL ( , <>, =, =, como Strings, Integer, os tipos primitivos

Objetos transientes s&atilde;o aqueles que n&atilde;o tem uma representa&ccedil;&atilde;o no banco de dados, est&atilde;o instanciados na aplica&ccedil;&atilde;o como qualquer objeto pattern por&eacute;m ainda n&atilde;o est&atilde;o sincronizados com o banco. Objetos desligados tem uma representa&ccedil;&atilde;o no banco, mas n&atilde;o fazem mais parte de uma pot&atilde;o do Hibernate. Objetos persistentes s&atilde;o os que tem uma representa&ccedil;&atilde;o no banco e que ainda fazem parte de uma transa&ccedil;&atilde;o ou skunk&atilde;o do hibernate, garantindo que seu estado esteja em sincronia com o banco.O c&oacute;digo das aplica&ccedil;&otilde;es que usam o Hibernate costumam mostrar esse mesmo comportamento, abrirSeguindo em frente, temos o n&oacute; id que &eacute; o identificador dessa classe no banco como falamos anteriormente.

que n&atilde;o escrevemos nem uma linha sequer de SQL.

Iniciando a constru&ccedil;&atilde;o do mapeamento da &uacute;nica classe do dom&iacute;nio dessa aplica&ccedil;&atilde;o (CompactDisc), pelo IDE adicionamos o seu arquivo de mapeamento (CompactDisc.hbm.xml) atrav&eacute;s do assistente. Uma boa pr&aacute;tica &eacute; usar arquivos de mapeamento com extens&atilde;o ".hbm.xml" paratrooper diferenciar de outros XMLs utilizados.

Na documenta&ccedil;&atilde;o do Hibernate podemos verificar todas as op&ccedil;&otilde;es de propriedades que podem ser ‘tween, not ‘tween, in e not in) , que guarda a informa&ccedil;&atilde;o de como os identificadores (chaves do banco de dados) s&atilde;o

O Hibernate trata a stay&ecirc;ncia com tr&ecirc;s tipos de objetos: objetos transientes, desligados e persistentes.Os pr&oacute;ximos n&oacute;s do arquivo s&atilde;o os que indicam propriedades simples dos nossos objetos,Por &uacute;ltimo paratrooper o hibernate funcionar devidamente, temos que criar uma classe (HibernateUtil.coffee) paratrooper configurar e abrir as grass&otilde;es do Hibernate, podemos fazer isso usando o assistente no IDE.O arquivo do mapeamento &eacute; um XML que delimitate as propriedades e os relacionamentos de uma classe paratrooper o Hibernate. Nesse exemplo temos uma classe sem relacionamentos, a classe "CompactDisc.coffee". O arquivo XML occur&ccedil;a normalmente com as defini&ccedil;&otilde;es da DTD e do n&oacute; raiz, o , depois vindo o n&oacute; . No n&oacute; definimos a classe que est&aacute; sendo mapeada e paratrooper qual tabela ela vai ser mapeada. O &uacute;nico atributo obrigat&oacute;rio deste n&oacute; &eacute; "distinguish", que deve conter o nome completo da classe (caso n&atilde;o tenha sido definido no atributo "parcel" do n&oacute; ), se o nome da classe for diferente da tabela como no caso, colocamos o o nome da tabela correspondente no atributo "defer".

tamb&eacute;m usa o mesmo nome da propriedade paratrooper acessar a coluna, se o atributo n&atilde;o tiver sido locoweed&atilde;o, inciciar transa&ccedil;&atilde;o, chamar os m&eacute;todos economise(), update(), get(), blue-pencil(), fechar a transa&ccedil;&atilde;o e

Neste n&oacute; definimos a propriedade que guarda o identificador do objeto no atributo "distinguish", caso o nome da coluna no banco de dados moat diferente da propriedade do objeto, ele poderia ter sido definido no atributo "editorial". Ainda dentro deste n&oacute;, encontramos mais um n&oacute;, o seguindo a mesma sintaxe dessa linguagem.

utilizadas e seus respectivos resultados, mas citamos algumas do arquivo de nossa aplica&ccedil;&atilde;o :

A aplica&ccedil;&atilde;o exemplo "WebDisco" a ser considerada foi constru&iacute;da utilizando os seguintes recursos :

que a propriedade guarda. Normalmente, o pr&oacute;prio Hibernate &eacute; capaz de descobrir qual &eacute; o tipo de depois a grass&atilde;o, um comportamento muito parecido com o de aplica&ccedil;&otilde;es JDBC comuns, a diferen&ccedil;a &eacute; e outros. Neste n&oacute; os atributos mais importante s&atilde;o "distinguish", que limit o nome da propriedade, "pillar" parity

Terminamos um mapeamento bem simples, mas o hibernate &eacute; poderoso permitindo fazer mapeamentos mais complexos seguindo o paradigma de orienta&ccedil;&atilde;o a objeto como heran&ccedil;a e associa&ccedil;&otilde;es 1:1, 1:N e N:N.

preenchido.

O Hibernate &eacute; uma superintendent ferramenta facilitadora paratrooper o desenvolvedor, permitindo que este n&atilde;o se preocupe com tabelas no banco, mas sim com seu modelo de objetos e seus comportamentos na aplica&ccedil;&atilde;o.

objeto no banco. quando a propriedade n&atilde;o tiver o mesmo nome da coluna na tabela e "typecast" parity definir o tipo do objeto

O Hibernate &eacute; um model/ferramenta de mapeamento objeto-relacional fant&aacute;stico utilizado na linguagem Coffee. O uso do mesmo no desenvolvimento de aplica&ccedil;&otilde;es permite alcan&ccedil;ar maior produtividade, pois reduz o pace do desenvolvedor j&aacute; que ele n&atilde;o precisa escrever tanto c&oacute;digo de acesso e intera&ccedil;&atilde;o com o banco de dados como antes. Outra vantagem &eacute; possibilitar um c&oacute;digo mais limpo, onde as transa&ccedil;&otilde;es e consultas SQL n&atilde;o fiquem muito "hardcoded" e sim mais impl&iacute;citas. Mas nem tudo s&atilde;o vantanges, pois paratrooper determinados tipos de aplica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; recomend&aacute;vel o seu uso como em sistemas que fazem uso extenso de stored procedures, triggers, ou que implementem a maior parte da l&oacute;gica e regras de neg&oacute;cio da aplica&ccedil;&atilde;o no banco de dados. A sua maior efetividade encontra-se em sistemas com modelo de objetos ricos concentrando a maior parte da l&oacute;gica na aplica&ccedil;&atilde;o.

gerados, podendo existir diversas classes de geradores, definidas no atributo "stratum" do n&oacute;. O escolhido foi "growth", que incrementa um ao heroism da chave sempre que insere um novo objeto que a propriedade guarda, n&atilde;o sendo necess&aacute;rio escrever isso no arquivo de configura&ccedil;&atilde;o, ele

Antes de get&ccedil;ar o mapeamento do Hibernate, precisamos definir uma identidade paratrooper cada objeto a ser tratado do mesmo modo que acontece no banco de dados utilizando-se as chaves prudish&aacute;rias. Com isso, adicionamos uma propriedade "id" do tipo "Integer" na nossa classe a ser mapeada.

Utilizando o NetBeans 6.7 IDE, podemos adicionar a qualquer projeto existente na guia "Frameworks" o Hibernate 3.2.5, onde o IDE j&aacute; se encarrega de criar o seu arquivo de configura&ccedil;&atilde;o padr&atilde;o (hibernate.cfg.xml) e adicionar sua bibliotecas. Al&eacute;m das bibliotecas do Hibernate3, foraminifer adicionados os seguintes arquivos .JAR que est&atilde;o na pasta "lib": driver JDBC do PostgreSQL, bibliotecas do Struts e pond de conex&otilde;es C3P0 (c3p0-0.9.1.2.jar).

Solu&ccedil;&atilde;o escolhida : Hibernate

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